Material de Estudo - Concursos

LÍNGUA PORTUGUESA | BLOCO 05: SINTAXE

1. Frase, oração e período (simples, composto, coordenação e subordinação)

Conceito O que você precisa saber Como a FCC cobra
Frase Qualquer enunciado com sentido completo (tenha verbo ou não). "Silêncio." já é frase.
Oração Frase que obrigatoriamente tem verbo ou locução verbal. Cada verbo (ou locução) = 1 oração.
Período simples Só 1 oração. 1 verbo (ou 1 locução verbal).
Período composto 2 ou mais orações. 2 ou mais verbos "de verdade".
Coordenação x subordinação Coordenação: orações independentes; subordinação: uma exerce função sintática na outra. Subordinação substantiva, adjetiva, adverbial etc.
⚠️ Fique esperto! Aqui o bicho pega!
  • Nem toda frase é oração: se NÃO houver verbo, NÃO é oração (ex.: termo entre travessões só com substantivos).
  • Para contar orações, primeiro identifique locução verbal: "vou estudar" = 1 oração; "vou e estudo" = 2 orações.
  • Período longo pode ser simples (1 verbo), e período curtinho pode ser composto (2 verbos). Tamanho NÃO manda, quem manda é o verbo.
  • Oração interferente precisa de verbo. Segmento sem verbo isolado por travessões é só termo intercalado, NÃO oração.
  • Coordenação: se você pode trocar a vírgula por ponto entre orações sem "quebrar" a estrutura, é forte candidato a período composto por coordenação.
  • Subordinação: uma oração funciona como sujeito, objeto, adjunto etc. de outra ("que a verdade é dura" como objeto de "disse").
  • Em julgamentos do tipo "há oração X isolada por travessões", cheque primeiro: "tem verbo?" Se NÃO, já é falso.
🎓 Pareto FCC
  • Base FR+OR+PERÍODO sempre volta: diferenciar frase sem verbo de oração resolve várias questões fáceis.
  • Regra de contagem: cada verbo flexionado conta; locução verbal conta como uma única oração.
  • Em análise de período simples x composto, a FCC gosta de textos longos com só 1 verbo, contra frases curtas com 2 ou 3, para derrubar quem olha só o tamanho.
  • Coordenação = orações independentes sintaticamente; subordinação = oração com função sintática (sujeito, objeto direto, adjunto adverbial etc.) dentro de outra.
  • "Que" sem função sintática própria e introduzindo oração com função de sujeito/objeto/complemento é conjunção integrante e indica subordinação substantiva.
✍️ Exemplo na prática

[CEBRASPE – 2018 – Agente de Inteligência – ABIN] – https://www.tecconcursos.com.br/questoes/620610

O item afirmava que o trecho entre travessões "comunicações, transportes, tecnologias de informação" era "oração interferente". Como o segmento NÃO tem verbo, NÃO é oração. Bastava aplicar a base FR+OR: oração exige verbo; sem verbo, o enunciado é só termo intercalado.

2. Sujeito: tipos, localização e pegadinhas

Tipo de sujeito O que você precisa saber Exemplo típico
Simples Apresenta 1 núcleo. "O diretor chegou."
Composto Apresenta 2 ou mais núcleos. "Maria e João estudaram."
Oculto Recuperado pela desinência verbal ou pelo contexto. "Chegamos cedo." (nós)
Indeterminado Não se quer ou não se pode identificar. 3ª do plural genérica; ou 3ª singular + "se" sem objeto expresso.
Inexistente Fenômenos da natureza, "haver" = existir, "fazer" tempo etc. "Há dois anos choveu muito."
⚠️ Fique esperto! Aqui o bicho pega!
  • Regra-mestra: NUNCA procure objeto antes de achar o sujeito. Primeiro sujeito, depois o resto.
  • Voz passiva sintética: "vendem-se casas" → "casas são vendidas": "casas" é sujeito paciente, e "se" = partícula apassivadora, NÃO indeterminador.
  • Sujeito indeterminado por "se" exige verbo intransitivo ou transitivo indireto sem sujeito expresso: "vive-se bem aqui".
  • Sujeito posposto é muito amado pela FCC em textos literários: "Estava um frio medonho" → "um frio medonho" é sujeito, depois do verbo.
  • Construções com "é" + adjetivo + infinitivo podem ter oração reduzida como sujeito ("É bom dançar a noite inteira" – "dançar a noite inteira" = sujeito).
  • Cuidado com versos/frases em ordem inversa: às vezes o sujeito está no meio ou no fim do verso, e a banca pede "expressão que exerce função de sujeito".
  • Verbos impessoais ("haver" = existir, "fazer" tempo, "ser" horas/clima) → sujeito inexistente; qualquer expressão que pareça sujeito será termo acessório.
🎓 Pareto FCC
  • Enunciados clássicos: "O sujeito posposto ao verbo está em..."; "Exerce função sintática de sujeito a expressão...". Leia a oração toda e teste: "Quem/que é que + verbo?".
  • Padrão FCC em textos literários ou poéticos:
    • Sujeito depois do verbo ("estava um frio medonho").
    • Sujeito expresso em outro verso, mas valendo para o verbo seguinte.
  • Em versos como "Nos meus desejos existe / longinquamente um país", o sujeito é "um país"; "nos meus desejos" = adjunto adverbial.
  • Em construções de ênfase tipo "Estava salva a honra da torcida", sujeito = "a honra da torcida"; verbo + predicativo antes, sujeito depois.
  • Sujeito indeterminado com "se" NÃO aceita transformação em passiva analítica; se der para passar para passiva, é sujeito paciente e "se" apassivador.
✍️ Exemplo na prática

[FCC – 2024 – Técnico de Enfermagem – Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes] – https://www.tecconcursos.com.br/questoes/3132154

A banca pergunta em qual trecho o sujeito está posposto ao verbo. Em "as goteiras pingavam lá fora, o vento sacudia os ramos das catingueiras", temos sujeito antes do verbo. Já em estruturas como "estava um frio medonho", o verbo vem primeiro e o sujeito ("um frio medonho") depois. A questão cobra justamente essa percepção de ordem inversa, muito comum em textos narrativos.

3. Termos integrantes: OD, OI, complemento nominal e agente da passiva (e o confronto com adjunto adnominal)

Termo O que você precisa saber Marcas
Objeto direto (OD) Responde à pergunta "o quê?" depois de verbo transitivo direto. Sem preposição obrigatória.
Objeto indireto (OI) Responde a "a/para/de quê?" ou "a/para/de quem?". Sempre com preposição exigida pelo verbo.
Complemento nominal (CN) Completa o sentido de nome (substantivo abstrato, adjetivo, advérbio). Preposicionado, com sentido de paciente/alvo.
Agente da passiva Indica quem pratica a ação na voz passiva analítica. Introduzido por "por", "de", "pela" etc.
⚠️ Fique esperto! Aqui o bicho pega!
  • CN x AA é um clássico da FCC:
    • CN sempre preposicionado e ligado a substantivo abstrato, adjetivo ou advérbio.
    • AA pode ou não ter preposição, e só se liga a substantivo.
  • Se o termo preposicionado se liga a adjetivo ou advérbio, ele NUNCA será adjunto adnominal → é complemento nominal.
  • Substantivo concreto + termo preposicionado → tende a ser adjunto adnominal, não complemento nominal ("peça de avião", "pessoas da família").
  • Substantivo abstrato com preposição "de" é o cenário da confusão:
    • Se o termo for paciente/alvo → complemento nominal ("medo de mim" – eu sou alvo do medo).
    • Se puder virar adjetivo ("saúde da mulher" → "saúde feminina") → adjunto adnominal.
  • Complemento nominal funciona como "quase" um objeto indireto de nome: transforme o nome em verbo; se o termo virar complemento do verbo, a tendência é ser complemento nominal ("abuso de remédios" → "abusar de remédios").
  • Agente da passiva só aparece em voz passiva analítica ("foi prejudicado por fulano"). Em voz passiva sintética ("prejudicou-se fulano"), o termo depois do verbo costuma ser sujeito paciente.
🎓 Pareto FCC
  • Diferença-resumo para cravar complemento nominal x adjunto adnominal:
    • Complemento nominal → ligado a substantivo abstrato, adjetivo ou advérbio, sempre com preposição, valor de paciente/alvo.
    • Adjunto adnominal → ligado a substantivo (concreto ou abstrato), pode ter sentido de posse ou agente, pode ou não ter preposição.
  • Em questões de interpretação, a FCC adora falar "segmento exerce a função de complemento nominal", especialmente com adjetivos como "alheio a", "favorável a", "prejudicial a".
  • Para OD/OI:
    • Primeiro classifique o verbo (transitivo direto, indireto, bitransitivo).
    • Depois pergunte "o quê?" ou "a/para/de que(m)?".
  • Em análise de oração, a banca costuma misturar: um termo é objeto direto, outro é complemento nominal, outro é adjunto adverbial. Ter o quadro mental dos termos integrantes é o 20% que salva.
✍️ Exemplo na prática

[CEBRASPE – 2025 – TRF-6] – https://www.tecconcursos.com.br/questoes/3023289

O item afirma que "àquilo" e "aos lugares de poder" são complementos nominais. Ambos completam substantivo abstrato/adjetivo que exigem preposição "a" ("alheio a aquilo", "acesso a algo"). Como se ligam a nomes e têm valor de paciente/alvo, funcionam como complementos nominais, e não objetos.

4. Orações subordinadas substantivas (OSS): sujeito, objeto, complemento etc.

Tipo de OSS O que você precisa saber Exemplo simplificado
Subjetiva Responde a "o que é/está...?" como sujeito de verbo impessoal ou estrutura com "é + adjetivo". "É importante que você estude."
Objetiva direta Responde a "o quê?" de verbo transitivo direto. "Ele disse que a verdade é dura."
Objetiva indireta Responde a "de/para/sobre o quê?" de verbo transitivo indireto. "Ele precisa de que todos colaborem."
Completiva nominal Completa o sentido de nome abstrato ou adjetivo. "É preciso a consciência de que todos serão avaliados."
Predicativa / apositiva Equivale a predicativo ou aposto. "A verdade é que ele mentiu."
⚠️ Fique esperto! Aqui o bicho pega!
  • Orações subordinadas substantivas costumam vir introduzidas por "que"/"se" funcionando como conjunções integrantes – NÃO traduza como pronome relativo.
  • Truque da professora: se der para trocar a oração introduzida por "ISSO/DISSO/NISSO", a palavra "que" é, em regra, conjunção integrante → oração substantiva.
  • Em frases com infinitivo no início ("Não ignorar que cada um de nós é o verdadeiro produto pode..."), todo o trecho inicial pode ser lido como sujeito: "Não ignorar isso pode garantir...".
  • Cuidado: a FCC ama perguntar se há 1 ou 2 subordinadas. Veja se a oração com "que" depende de verbo (objeto) ou de nome/adjetivo (complemento nominal), e se a estrutura inicial com infinitivo funciona como sujeito.
  • Em frases como "É bom dançar a noite inteira", a oração reduzida de infinitivo ("dançar a noite inteira") equivale a subjetiva desenvolvida: "que se dance a noite inteira".
  • "Que" NÃO é sujeito; o sujeito é a oração toda. Se o item disser que "que" é sujeito, desconfie forte.
🎓 Pareto FCC
  • Regrinha de ouro:
    • Verbo + "que" + oração → em geral oração subordinada substantiva objetiva direta.
    • Expressões impessoais tipo "é importante", "é preciso", "convém" + "que" → oração subordinada substantiva subjetiva.
    • Nome abstrato/adjetivo + preposição + "que" → completiva nominal.
  • Em provas, a pergunta típica: "O período X caracteriza-se pela presença de uma oração principal e...". Identifique:
    • Quantas subordinadas há.
    • Qual delas é sujeito/objeto/complemento.
  • Substitua a oração com "que" por "isso": se a frase continuar coerente, você está diante de uma oração substantiva. Depois, aplique a pergunta certa ("isso é o quê?", "disse o quê?").
✍️ Exemplo na prática

[FCC – 2022 – Analista Judiciário – TRT 9] – https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2153965

No período "Não ignorar que cada um de nós é o verdadeiro produto pode nos garantir experiência saudável...", a banca pergunta como se caracteriza sintaticamente a estrutura. A oração inteira "Não ignorar que cada um de nós é o verdadeiro produto" funciona como sujeito de "pode garantir", e dentro dela "que cada um de nós é o verdadeiro produto" é uma oração subordinada substantiva objetiva direta de "ignorar". Saber decompor sujeito em forma de oração é o núcleo da questão.

5. Orações reduzidas (infinitivo, gerúndio, particípio) e equivalências

Forma reduzida O que você precisa saber Exemplo
Infinitivo Verbo em "-r", sem conjunção ou pronome relativo. "Não ignorar que..."; "É bom dançar a noite inteira."
Gerúndio Verbo em "-ndo", sem conectivo expresso. "Na canoa, remando para o pequeno porto, ele me disse...".
Particípio Forma em "-ado/-ido", "-to/-so/-cho" etc. "Comprada a casa, a família mudou-se."
⚠️ Fique esperto! Aqui o bicho pega!
  • Orações reduzidas NÃO são introduzidas por conjunção ou pronome relativo e trazem verbo em forma nominal (infinitivo, gerúndio, particípio).
  • Elas equivalem a orações desenvolvidas com conjunção + verbo flexionado, mantendo função e sentido ("Comprada a casa..." = "Assim que a casa foi comprada...").
  • Reduzidas de gerúndio costumam indicar tempo, causa, condição ou concessão. A FCC ama pedir que você escolha o conectivo correto na versão desenvolvida (enquanto, porque, embora, se...).
  • Em muitas questões, a pegadinha é trocar o valor correto ("enquanto remava") por outro ("porque remava"). Leia o contexto: se as ações são simultâneas, a leitura temporal vence.
  • Reduzidas de infinitivo podem exercer função de sujeito, objeto ou adjunto adverbial. Em "É bom dançar a noite inteira", a reduzida funciona como sujeito; em "Ele prefere estudar à noite", funciona como objeto direto.
  • Lembre que a banca pode perguntar "a oração reduzida de gerúndio, se desenvolvida, assumirá qual redação?". É preciso escolher conjunção e tempo verbal compatíveis com o contexto.
🎓 Pareto FCC
  • Reduzida = oração de mesma função que a desenvolvida: se era subjetiva reduzida, vira subjetiva desenvolvida; se era adverbial temporal reduzida, vira adverbial temporal com conjunção explícita.
  • Gerúndio inicial com cenário, seguido de ação principal ("Na canoa, remando..., ele me disse...") costuma indicar simultaneidade → "enquanto remava...".
  • Infinitivo no início da frase com valor geral ("Não ignorar que... pode garantir...") costuma se comportar como sujeito oracional.
  • Na dúvida, tente desenvolver:
    • Gerúndio → "enquanto/ao/porque/embora + verbo no pretérito".
    • Particípio → "quando/assim que + verbo no pretérito perfeito ou mais-que-perfeito".
    • Infinitivo → "que + verbo no subjuntivo" (subjetivas) ou "para que + verbo" (finalidade).
✍️ Exemplo na prática

[FCC – 2023 – Assistente Técnico – DPE AM] – https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2712957

A questão traz "Na canoa, remando para o pequeno porto, ele me disse que..." e pergunta qual seria a forma desenvolvida da oração reduzida de gerúndio. A alternativa correta é "enquanto remava para o pequeno porto", indicando simultaneidade entre remar e dizer. As demais alternativas trocavam o valor para causa, condição ou tempo inadequado. Saber que reduzida de gerúndio + contexto de ações paralelas → valor temporal é o segredo.

Checklist de Prova (revisão relâmpago)

  • Frase tem sentido completo; oração é frase com verbo.
  • Período simples = 1 oração; composto = 2 ou mais orações, independentemente do tamanho.
  • Coordenação: orações independentes; subordinação: oração com função sintática em outra.
  • Ache o sujeito primeiro; identifique tipo (simples, composto, oculto, indeterminado, inexistente).
  • Voz passiva sintética: se der para passar para passiva analítica, termo após o verbo é sujeito paciente, "se" é partícula apassivadora.
  • Objeto direto responde "o quê?"; objeto indireto responde "a/para/de quê/quem?".
  • Complemento nominal: sempre preposicionado, ligado a substantivo abstrato, adjetivo ou advérbio, com valor de paciente/alvo.
  • Orações subordinadas substantivas: substitua a oração por "ISSO" para achar substantivas; depois pergunte se é sujeito, objeto ou complemento.
  • Orações reduzidas (infinitivo, gerúndio, particípio) equivalem a desenvolvidas na função e no sentido; cuidado com o valor semântico do gerúndio (tempo, causa, concessão).

Módulo VI - Análises Estratégicas

Neste módulo, você entenderá a importância das análises estratégicas para sua preparação. Aprenda a explorar o perfil e as características das principais bancas examinadoras, otimizando suas estratégias de estudo e aumentando suas chances de sucesso nos concursos públicos.

Compreenda a importância de análises detalhadas para direcionar sua preparação de maneira eficiente.

Explore o perfil e as características das principais bancas examinadoras para otimizar sua estratégia de estudo.

Módulo V - Direcionamento por Estágios

Neste módulo, você aprenderá a identificar seu estágio de preparação e a importância da fase pré-edital. Iremos guiá-lo através dos estágios básico, intermediário e avançado, fornecendo técnicas específicas para cada fase. Além disso, você descobrirá como otimizar sua preparação no período pós-edital, garantindo que esteja completamente preparado para o dia da prova.

Compreenda a estrutura dos diferentes estágios de preparação e a importância de se posicionar corretamente.

Aprenda a identificar em que estágio você se encontra e a relevância da preparação pré-edital.

Diretrizes e estratégias para quem está começando a preparação para concursos.

Abordagens específicas para quem já possui uma base e deseja aprofundar os estudos.

Técnicas avançadas para quem está próximo da aprovação e precisa de refinamento final.

Estratégias para otimizar sua preparação após a publicação do edital.

Módulo IV - Organização e Planejamento

Neste módulo, você aprenderá a criar ciclos de estudo eficazes, planejar suas semanas de maneira produtiva e desenvolver um planejamento detalhado do zero. Além disso, iremos guiá-lo na criação de cadernos de questões, utilizando filtros essenciais e organizando por blocos de assunto e matéria, para garantir uma preparação completa e focada.

Entenda a importância da organização e do planejamento eficazes para alcançar a aprovação.

Aprenda a criar e manter um ciclo de estudos que maximize seu tempo e produtividade.

Estruture seu planejamento semanal para garantir uma preparação equilibrada e consistente.

Descubra como iniciar um planejamento detalhado desde o início, alinhado aos seus objetivos.

Explore os diferentes tipos de cadernos de questões e aprenda a aplicar os principais filtros.

Organize suas questões por blocos temáticos para uma revisão focada e eficiente.

Estruture cadernos de questões por matéria para aprofundar seus conhecimentos específicos.

Módulo III - Metodologia de Estudos

Neste módulo, você vai explorar a metodologia de estudos detalhada e aprender como aplicar técnicas eficazes, desde o estudo da teoria e da lei seca até a revisão espaçada e automática. Abordaremos também como estudar e revisar por questões, analisar métricas, evoluir seu percentual de acertos, e preparar-se para provas discursivas, jurisprudência, legislação específica, exatas, contabilidade e tecnologia da informação.

Compreenda o sistema que irá guiar sua preparação de forma eficiente e organizada.

Explore os princípios e técnicas que sustentam um estudo eficaz e produtivo.

Aprenda a dominar a teoria e as leis secas com abordagens práticas e detalhadas.

Utilize técnicas de revisão espaçada e automática para fixar o conteúdo de forma duradoura.

Integre questões práticas em seu estudo para reforçar o aprendizado e avaliar seu progresso.

Aprenda a medir e interpretar seu desempenho com análises de métricas eficazes.

Desenvolva estratégias para melhorar continuamente seu percentual de acertos em provas.

Técnicas e práticas para se destacar em provas discursivas e redações.

Abordagens especializadas para entender e aplicar a jurisprudência relevante.

Foco na legislação específica para seu concurso e como estudá-la de forma eficaz.

Métodos de estudo para matérias de exatas, incluindo matemática e raciocínio lógico.

Estratégias para dominar contabilidade, desde os conceitos básicos até os mais avançados.

Abordagens para se preparar para questões relacionadas à tecnologia da informação e informática.

Módulo II - Ferramentas de Estudo para Concursos

Neste módulo, você conhecerá as ferramentas essenciais para otimizar sua preparação para concursos. Aprenda a usar PDFs, videoaulas, Tec Concursos, criar resumos, mapas mentais, simulados, e a aplicar técnicas como Anki, ChatGPT e estudo reverso para maximizar seu desempenho e alcançar a aprovação.

descrição das ferramentas abordadas (PDFs, videoaulas, Tec Concursos, resumos, mapas mentais, Anki, ChatGPT, estudo reverso) e a importância de cada uma no contexto da preparação para concursos.

Aprender a tirar o máximo proveito dessas ferramentas, otimizando tempo e absorvendo o conteúdo de forma mais eficaz.

Técnicas de resumo eficiente, criação de mapas mentais visuais e interativos, e a importância dos simulados na preparação para concursos, incluindo como criá-los e utilizá-los.

Melhorar significativamente a retenção de informações importantes, garantindo que o conhecimento seja revisado de forma periódica e eficiente.

Explorar como utilizar o ChatGPT para otimizar a preparação para concursos públicos.Exemplos práticos de uso do ChatGPT para tirar dúvidas, gerar resumos, criar perguntas de revisão e simular interações

Conceito e vantagens do estudo reverso, passos para aplicar a técnica em diferentes matérias e exemplos práticos de como utilizá-la para maximizar a compreensão e memorização.

Módulo I - Introdução ao Manual

Neste módulo, você terá uma visão geral do manual, aprenderá os aspectos fundamentais dos concursos públicos, e descobrirá como preparar seu psicológico. Além disso, ensinaremos a criar uma rotina de estudos eficaz e a evitar os erros mais comuns cometidos pelos candidatos.

Você terá uma introdução sobre o que esperar do Manual, seus principais componentes, e como ele está organizado para maximizar seu aprendizado e eficiência.

Detalhes sobre o funcionamento dos concursos, tipos de cargos, etapas do processo seletivo, e a importância da preparação adequada.

Abordar a importância do preparo mental e emocional para enfrentar os desafios dos concursos.

Passos para criar um cronograma de estudos, técnicas de gerenciamento de tempo, e dicas para manter a consistência e a disciplina.

Integre questões práticas em seu estudo para reforçar o aprendizado e avaliar seu progresso.